Diogo Melim inicia um novo capítulo de sua trajetória artística com o lançamento de “Rascunhos”, seu álbum de estreia solo, produzido por Pedro Breder e lançado pela Universal Music Brasil. O projeto apresenta um panorama de sua identidade musical, reunindo canções que transitam entre o pop e diferentes influências sonoras, sempre guiadas por uma escrita confessional.
O primeiro single, “Mil Versões”, ganha clipe no dia seguinte ao lançamento do álbum e conta com a participação especialíssima da esposa de Diogo, a influencer Nanda Caroll. Composta pelo artista com Rod Melim, Vitor Tritom, Guto Oliveira e Mike Túlio (do grupo OUTROEU), a faixa imprime a sua já conhecida força criativa.
Com ares de synth pop, a canção destaca versos como “a vida passa ligeira, mas me faça o favor de ficar! Mil versões de você, passageiras, todas elas aprendo a amar”, marcando o tom sensível e direto que atravessa o álbum.
Antes dela, porém, “Rascunhos” abre com “Nem Sei”. Embalada por um violão cheio de personalidade, a faixa escrita por Diogo com Rod, Breder e Tibí traz, em seu refrão, uma verdadeira declaração. “Baby, para pra ver, o amor floresceu! Seu beijo encaixou perfeito no meu. Para pra ver que eu sou todo seu! Nem sei quem sou eu sem você”, canta ele.
Delicadíssima, “Cadeira de Praia” surge com harmonia e melodia que flertam com a bossa nova, sem deixar de soar pop. Com frases poéticas como “teu amor é sombra e água de coco”, é mais uma composta no formato colaborativo por Diogo, Rod, Tibí, Vitor Tritom, Guto Oliveira e Rian Manhente.
Apesar do título, a quarta faixa, “Desamor”, mantém o clima do álbum em alta. Autoirônica, a composição de Diogo e Rod Melim é sustentada por uma batida dançante e um piano pulsante, e se destaca pela combinação de energia e lirismo.
“Eu não vou tatuar seu nome. Eu vou te rabiscar dos planos. Quis decorar seu telefone. Eu quero te ver bem. Bem longe!”, brinca.
Pisando no neo soul, “Quebra-Cabeça”, parceria de Diogo com Rod e Vitão, revela influências contemporâneas e aposta em uma atmosfera elegante, equilibrando desejo e sutileza.
Mas a surpresa fica por conta de “Procurando Rosas”. Com arranjos orquestrados e presença marcante de piano, a parceria de Diogo com Tibí mostra o cantor em uma interpretação mais introspectiva, na qual admite: “logo eu, que era um cara frio, sentindo calafrio de amor?”.
Encerrando o álbum, a solar “Luzes e Faróis”, composta por Diogo com Tibí, Rod Melim e Pedro Breder, funciona como um respiro luminoso após tantas camadas emocionais. Com atmosfera leve e mensagem otimista, aponta para novos caminhos e simboliza esse momento de virada na carreira do artista.
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Conhecido por sua trajetória como integrante do trio de irmãos que carrega seu sobrenome, Diogo também construiu uma sólida carreira como compositor, assinando sucessos para nomes como Luan Santana, Lauana Prado, Ivete Sangalo, Jorge & Mateus, Sorriso Maroto, Ferrugem, Dilsinho e Matheus & Kauan, entre outros.
Agora, ele se volta ao próprio repertório com a maturidade de quem entende, mais do que nunca, o peso e a beleza da própria assinatura.
“Felicidade imensa para mim e toda equipe por ter sido abraçado novamente pela Universal, dessa vez como artista solo. Me sinto em casa por todas as experiências incríveis que passamos juntos nos últimos anos e tô muito empolgado para os próximos passos”, diz.
E é justamente esse reencontro com sua essência, sua voz e seu tempo que dá o tom de “Rascunhos”, um álbum que nasce íntimo, mas se revela universal.

